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As mudanças na estrutura de produção mundial de ovos
indicam oportunidades para os países emergentes.
O Brasil, sétimo colocado no “ranking” de países
produtores de ovos, segundo a FAO, conta com as melhores
condições para participar do desenvolvimento e
crescimento da atividade.
A atual conjuntura econômica e o cenário político
internacional têm aspectos que traduzem modificações e
transformações que afetam toda a cadeia produtiva.
As novas disposições quanto a certificação dos produtos
e bem estar das aves são exigências que deverão ser
observadas para o Brasil ganhar espaço e participação.
A expansão do comércio internacional na avicultura de
postura é fator importante para o aumento da produção e
equilíbrio de mercado.
Para isso é preciso o empenho no aprimoramento da
qualidade e produtividade.
Organismos e mídia internacionais apontam o Brasil como
uma das melhores opções para atuar mais agressivamente
nas exportações quer de ovos em natura quer de ovos
industrializados em razão do seu custo de produção ser
favorecido pelos preços relativos do milho, farelo de
soja, mão de obra, suas condições climáticas e extensão
territorial.
O mercado interno se mostra propício ao aumento do
consumo per capita habitante ano, pelo incremento da
renda e o ingresso das classes C e D na aquisição de
alimentos, e o fim das restrições impostas pelos
profissionais de saúde que reconhecem as vantagens do
ovo e suas qualidades nutricionais.
Por outro lado, aspectos de implicações sanitárias e a
necessidade inadiável de implementar planos de
biosseguridade, assegurar, administrar, controlar os
projetos de sanidade avícola, e aumentar a produtividade
levam a APA Associação Paulista de
Avicultura a realizar o VI Congresso de
Produção, Comercialização e Consumo de Ovos, com o
objetivo de proporcionar uma ocasião única para a
exposição, debates, troca de informações e experiências
gerando novos conhecimentos bem como o congraçamento
entre aqueles que militam na Avicultura de Postura no
Brasil.
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